domingo, 31 de agosto de 2014
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
CF 1988
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL
DE 1988
TÍTULO II
DOS DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS
CAPÍTULO I
DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS
Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção
de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros
residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à
igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
I - homens e mulheres são iguais
em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição;
VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa
ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de
obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa,
fixada em lei;
domingo, 10 de agosto de 2014
Constrangimento e Humilhação
É muito constrangedor e humilhante para um pai que, desde antes do nascimento do filho, presta toda assistência possível, não poder estar com seu filho, no seu lar, nem mesmo no dia dos pais!
sábado, 12 de julho de 2014
Acima do Cavaleiro da Távola Redonda
O tempo é injusto, cruel.
Rouba o que temos
de mais precioso,
O que temos de
melhor,
Nos leva a beleza,
a paz, a felicidade!
O tempo é vaidoso,
quer apenas pra si
Não quer dividir,
não quer dar
Apenas quer
receber,
Receber pelo mérito
alheio!
O tempo é injusto,
Isso já foi dito,
Isso já é sabido de
nós
Isso é sentido,
Todos os dias,
Ao nascer do sol,
Ao cair da noite
Tanto pedi ao
tempo:
Sede justo consigo
mesmo?!
Conosco? Comigo?
Contigo? Com o pretérito?
Mas, o tempo levou
e persiste em levar a cada dia
Cada centelha de
esperança que ressurge
O tempo se
encarrega de apagar
De destruir a mais
do que construímos
No fim, somos
escravos do tempo.
Mas, qual o poder
legitima o tempo,
Senão suas próprias
incoerências?
Ainda assim, o
tempo é a favor do tempo
Enquanto isso,
somos meros escravos do tempo,
Privados pelo
tempo,
Cerceados pelo
tempo,
... Meros escravos
do tempo!
Até quando?
quarta-feira, 9 de julho de 2014
08/07/2014
Então, abracei meu filho bem forte e deixei cair algumas lágrimas dos meus marejados olhos!
quarta-feira, 2 de julho de 2014
Primeiro de Julho de 2014
Triste é acordar durante 393 dias e perceber que, mesmo com todo esforço, cuidado e dedicação, você ainda luta por algo tão natural como o direito a paternidade e ao convívio com seu filho!
Estou triste, cansado, definhando...
terça-feira, 17 de junho de 2014
segunda-feira, 9 de junho de 2014
A falta que Artur me faz (Domingo no Parque) - Papai
"Era domingo, lá pelas tantas da tarde e, no pequeno parque, existia um pedacinho de mundo encantado, onde pais e filhos se experimentavam e se observavam. Eu, sentado entre o parque e o caminho, apenas admirava os momentos que eram construído por cada família, cada relação.
O céu claro reluzia um brilho convidativo. A areia branca subia aos pés das crianças. De longe ouvia-se gargalhadas. Eram observados abraços, curtos, médios e longos, além de rostos abertos e sorrisos largos. E brincadeiras infantis desinfantilizadas pelos adultos que não sabiam mais brincar e atrapalhados faziam as crianças rirem ainda mais alto, ao ponto de eu também me envolver em risos discretos.
As folhas secas começaram a serem arrastadas pelo vento. Era o vento do sereno e com ele já chegava a noite. Então, o céu escureceu e as pessoas aos poucos retornavam aos seus lares - cada um com seus pares - com pés sujos, corpos suados, colunas estralando inegáveis semblantes felizes, tantos o grandes quanto os pequenos, parecia que todos haviam bebido da mesma porção mágica de felicidade.
Mas eu, eu estava sozinho sentado no pequeno banco sujo, invejando e me embriagando com os momentos alheios, sonhos meus vividos por pessoas que voltando aos seus lares e jamais notarão minha presença ou ausência no próximo domingo".
quinta-feira, 3 de abril de 2014
in memorian
E no rastro da existência, me habituo cada vez mais com idas e vindas.
Cada vinda, é uma soma.
Cada ida, é uma perda!
No fim das contas, cada pessoa que vai leva um pedaço de nós
Cada pessoa que chega, trás um pedaço si.
E assim vamos vivendo, frente aos nossos temores e amores.
Até que a vida seja findada, este é o caminho que se tem que fazer.
Mas, não nego: me dói a partida, me amedronta à chegada!
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