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segunda-feira, 11 de agosto de 2014

CF 1988

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988

TÍTULO II
DOS DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS

CAPÍTULO I
DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS

Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

I - homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição;


VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;

domingo, 10 de agosto de 2014

Constrangimento e Humilhação

É muito constrangedor e humilhante para um pai que, desde antes do nascimento do filho, presta toda assistência possível, não poder estar com seu filho, no seu lar, nem mesmo no dia dos pais!


sábado, 12 de julho de 2014

Acima do Cavaleiro da Távola Redonda


O tempo é injusto, cruel.
Rouba o que temos de mais precioso,
O que temos de melhor,
Nos leva a beleza, a paz, a felicidade!

O tempo é vaidoso, quer apenas pra si
Não quer dividir, não quer dar
Apenas quer receber,
Receber pelo mérito alheio!

O tempo é injusto,
Isso já foi dito,
Isso já é sabido de nós
Isso é sentido,
Todos os dias,
Ao nascer do sol, Ao cair da noite

Tanto pedi ao tempo:
Sede justo consigo mesmo?!
Conosco? Comigo? Contigo? Com o pretérito?

Mas, o tempo levou e persiste em levar a cada dia
Cada centelha de esperança que ressurge
O tempo se encarrega de apagar
De destruir a mais do que construímos

No fim, somos escravos do tempo.
Mas, qual o poder legitima o tempo,
Senão suas próprias incoerências?
Ainda assim, o tempo é a favor do tempo
Enquanto isso, somos meros escravos do tempo,
Privados pelo tempo,
Cerceados pelo tempo,
... Meros escravos do tempo!

Até quando?







quarta-feira, 9 de julho de 2014

08/07/2014

Então, abracei meu filho bem forte e deixei cair algumas lágrimas dos meus marejados olhos!




Nesses momentos, respiro bem fundo e me questiono: 

em que mundo vivo que as outras pessoas podem cuidar do que é meu por direito, mas eu mesmo não usufruo deste direito?



quarta-feira, 2 de julho de 2014

Primeiro de Julho de 2014

Triste é acordar durante 393 dias e perceber que, mesmo com todo esforço, cuidado e dedicação, você ainda luta por algo tão natural como o direito a paternidade e ao convívio com seu filho!


Estou triste, cansado, definhando...

segunda-feira, 9 de junho de 2014

A falta que Artur me faz (Domingo no Parque) - Papai


"Era domingo, lá pelas tantas da tarde e, no pequeno parque, existia um pedacinho de mundo encantado, onde pais e filhos se experimentavam e se observavam. Eu, sentado entre o parque e o caminho, apenas admirava os momentos que eram construído por cada família, cada relação.

O céu claro reluzia um brilho convidativo. A areia branca subia aos pés das crianças. De longe ouvia-se gargalhadas. Eram observados abraços, curtos, médios e longos, além de rostos abertos e sorrisos largos. E brincadeiras infantis desinfantilizadas pelos adultos que não sabiam mais brincar e atrapalhados faziam as crianças rirem ainda mais alto, ao ponto de eu também me envolver em risos discretos.

As folhas secas começaram a serem arrastadas pelo vento. Era o vento do sereno e com ele já chegava a noite. Então, o céu escureceu e as pessoas aos poucos retornavam aos seus lares - cada um com seus pares - com pés sujos, corpos suados, colunas estralando inegáveis semblantes felizes, tantos o grandes quanto os pequenos, parecia que todos haviam bebido da mesma porção mágica de felicidade.

Mas eu, eu estava sozinho sentado no pequeno banco sujo, invejando e me embriagando com os momentos alheios, sonhos meus vividos por pessoas que voltando aos seus lares e jamais notarão minha presença ou ausência no próximo domingo".

quinta-feira, 3 de abril de 2014

in memorian


E no rastro da existência, me habituo cada vez mais com idas e vindas.
Cada vinda, é uma soma.
Cada ida, é uma perda!
No fim das contas, cada pessoa que vai leva um pedaço de nós
Cada pessoa que chega, trás um pedaço si.
E assim vamos vivendo, frente aos nossos temores e amores.
Até que a vida seja findada, este é o caminho que se tem que fazer.
Mas, não nego: me dói a partida, me amedronta à chegada!