sábado, 25 de janeiro de 2014
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
A importância do pai
A ausência do pai pode trazer importantes conseqüências psicológicas à criança.
Desde a gestação o pai tem um papel fundamental no desenvolvimento do filho. Hoje, comprovadamente, sabe-se que todas as emoções vividas pela mãe na gestação influem diretamente no desenvolvimento da criança. Quando a mãe está feliz, ou triste, nervosa ou tranqüila a criança também recebe esses estímulos, portanto, o pai deve participar ativamente deste período, acompanhando todo o desenvolvimento, as consultas no obstetra, obtendo informações de como será a nova vida com a chegada de um bebê.
Quanto menor a criança, maior é a necessidade de referência e valores. Essa referência sempre estará presente, até a vida adulta, entretanto, nos anos iniciais, os valores discursados e praticados têm um peso significativo. O pai precisa dispor de um tempo efetivo para o filho. Aquele tempinho para contar uma história, rolar no chão e contar as novidades do dia. É preciso exercitar essas atitudes para que efetivamente esse momento seja rico. Se o pai chega em casa, com a cabeça no trabalho, e coloca uma fita para o filho ver e pensa que está fazendo um benefício, pois ele está entretido e feliz, se engana. Aqueles minutos de intimidade são essenciais para criar o vínculo e dar parâmetros de comportamento à criança.
Não se pode mais falar hoje, de um modelo de pai, pois muitos são os tipos de estruturas familiares. Tempos atrás, a família patriarcal era soberana. Bastava ao pai prover autoridade, segurança física e financeira – e pronto, seu papel estava sendo perfeitamente cumprido. Hoje, ainda remanescem algumas famílias patriarcais, mas são poucas. O pai tem procurado participar mais, dividir responsabilidades e prazeres ao lado dos filhos também. E claro, essa é a receita ideal.
A ausência do pai pode trazer conseqüências psicológicas à criança. Se a ausência é definitiva, no caso de morte ou porque o pai não assumiu a paternidade, há que se trabalhar o contexto com a criança desde cedo contando a ela, na linguagem apropriada para a idade, o que aconteceu e como o restante da família enxerga a situação, procurando minimizar o sentimento de rejeição. É sempre muito importante ter uma figura masculina, seja ela um novo companheiro da mãe, um tio, amigo ou avô, para que se tenha o modelo masculino. Quando a criança não tem esse modelo pode passar por situações de não reconhecimento do gênero. Ela não sabe o que é ser menina ou menino, pois não têm parâmetros. É muito comum, principalmente em meninos já que estamos falando da figura do pai, adotarem trejeitos femininos ou até preferências culturalmente femininas, não porque tenham uma opção sexual diferente, o que também pode ocorrer, mas porque simplesmente ele não sabe o que é ser menino ou o que faz um menino.
Para o famoso “pãe”, o conselho é: pais são tão capazes para lidar com a rotina do filho quanto as mães. O ponto mais importante é ter consciência da necessidade do modelo feminino, como dissemos em relação ao masculino. Importantíssimo é não menosprezar a mãe, por mais difícil que tenha sido a separação, se for esse o caso. Há que se pensar na criança. Mães e pais são vínculos eternos. Não se deve "fazer a caveira" do outro, pois elas crescem, são inteligentes e irão certamente fazer comparações e tirar suas conclusões, percebendo os defeitos e qualidades de ambos. Sabemos que uma separação na maioria das vezes não acontece de forma amigável, mas é preciso se conscientizar e não usar as crianças como ferramenta para ferir o outro. Sejam espontâneos e transparentes. Não é preciso recompensas materiais. Curtam os momentos em que estão juntos, riam e se divirtam. Não há melhor receita.
Karen Kaufmann SacchettoPedagoga
Especialista em Distúrbios de Aprendizagem
Mestre em Distúrbios do Desenvolvimento
Veja Perfil Completo.
Especialista em Distúrbios de Aprendizagem
Mestre em Distúrbios do Desenvolvimento
Veja Perfil Completo.
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Seis meses e o primeiro dentinho
Bom dia!
Meu dia começa com muito entusiasmo. Aos 30 descobri que existem outras fontes de prazer e deleite na vida: ser Pai de Artur. Amanhã completam 6 meses que ganhamos Artur de presente!Contristações a parte, além deste marco dos seis meses de vida hoje descobri que está nascendo seu primeiro dentinho na parte inferior frontal. O primeiro dentinho representa o início de uma nova fase nas nossas vidas, é um sinal inegável de que Artur está crescendo e se adaptando para a nova fase de alimentação.
Neste ínterim criam-se grandes expectativas na construção na nossa relação de Pai e Filho. Claro, jamais esquecendo da relação Mãe e Filho, que foi/é tão importante na vida de qualquer criança.
A cada dia (re)descobrimos a nós mesmos na face do pequeno Artur. Por isto, temos muita gratidão a Jeová por dar um novo sentido as nossas vidas. Agradecer Aline pelo zelo, cuidado e incomparável amor demonstrado. Agradecer aos amigos que sempre estiveram na torcida por nossa felicidade. Agradecer ao pequeno Artur que, mesmo sem ainda ter a dimensão do bem que faz em nossas vidas, se supera a cada dia transbordando nosso espírito de amor, prazer e alegria.
Ao pequeno Artur nosso mais intenso amor!
Meu dia começa com muito entusiasmo. Aos 30 descobri que existem outras fontes de prazer e deleite na vida: ser Pai de Artur. Amanhã completam 6 meses que ganhamos Artur de presente!Contristações a parte, além deste marco dos seis meses de vida hoje descobri que está nascendo seu primeiro dentinho na parte inferior frontal. O primeiro dentinho representa o início de uma nova fase nas nossas vidas, é um sinal inegável de que Artur está crescendo e se adaptando para a nova fase de alimentação.
Neste ínterim criam-se grandes expectativas na construção na nossa relação de Pai e Filho. Claro, jamais esquecendo da relação Mãe e Filho, que foi/é tão importante na vida de qualquer criança.
A cada dia (re)descobrimos a nós mesmos na face do pequeno Artur. Por isto, temos muita gratidão a Jeová por dar um novo sentido as nossas vidas. Agradecer Aline pelo zelo, cuidado e incomparável amor demonstrado. Agradecer aos amigos que sempre estiveram na torcida por nossa felicidade. Agradecer ao pequeno Artur que, mesmo sem ainda ter a dimensão do bem que faz em nossas vidas, se supera a cada dia transbordando nosso espírito de amor, prazer e alegria.
Ao pequeno Artur nosso mais intenso amor!
domingo, 4 de agosto de 2013
Olhos de enila
Ela era um farol à meia noite,
O abrigo no dia de chuva
O afago na noite de ansiedades
O telefonema amigo na hora do medo
Quis a vida que ela se fosse
Pra onde? Eu não sei
Só sei da sua partida
Naquele domingo de manhã
Os pássaros cantavam
O sol reluzia, sublimes raios
Pessoas iam e voltavam da feira
Assim como também fui
Também voltei da feira
No retorno, ela já não estava
Com ela aprendi a ser eu
Com ela aprendi a ser
Com ela aprendi o amor e a dor
Com ela apredi a viver
Ela me fez sorrir
Ela me fez chorar
Ela me fez produzir
Ela era um farol na minha vida
Mas, aos poucos foi-se apagando
Se apagando, se distanciando
Uns dizem que meu caminho era confuso e levava a lugar
algum
Outros dizem que preferiu, por felicidade própria, alumiar
outros caminhos
Não a vi dobrar a esquina
Não fiquei na porta esperando ela olhar pra trás
Quando voltei, apenas a casa vazia me aguardava
A casa triste que ficou me deixa lembranças anos luz não
apagarão
A luz, em sua essencial, é poderosa para fixar-se ao
espaço, ao tempo
Hoje, essa luz está feliz, alumiando caminhos em campos
abertos e floridos
Irradia, enaltecendo caminhos tortos por linhas certas
Luz que fadonho poente caminheiro realizar-se-á
Era não era minha, a luz é um bem natural e livre
Tolo, pensei que poderia tê-la apenas ao meu caminho
Mas, a luz é matéria dispersa no espaço
Mais veloz que o tempo
Luz, luz...
Luz que um dia guiou a bússola da minha vida
Na sua chegada alumiasses minh’alma
Na partida incendiasses meu coração
E agora, feito João sem o feijão,
Sigo, sem carinho, tateando no escuro
Usando coração pra rimar com João e feijão
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Quando perdemos pra proteger alguém
Perder é tão inevitável como morrer; se bem a entendermos, esta verdade é uma consolação para nós. Perde, pois, imperturbavelmente: tudo um dia morrerá. Que socorro podemos conseguir contra todas as nossas perdas? Apenas isto: guardemos na memória as coisas que perdemos sem deixar que o proveito que delas tiramos desapareça também com elas. Podemos ser privados de as possuir, nunca de as ter possuído. O acaso privou-nos do objecto, mas deixou em nós o uso e proveito que dele tiramos, e que nós deixamos esquecer pelo perverso desejo de continuar a possuí-lo!
Séneca, in 'Cartas a Lucílio'
domingo, 14 de julho de 2013
Estou mudando
Está tudo muito diferente.
Estou me sentindo estranho.
Acho que estava mudando aos pouco e repentinamente.
Mas, não percebia a mudança ocorrendo em mim.
Agora temo a pessoa que está se formando em mim.
Ela pode me matar, ela pode me reconstruir...
Mas, é pouco provável que ela dê espaço para eu ser eu.
Ela pode me matar, ela pode me reconstruir...
Mas, é pouco provável que ela dê espaço para eu ser eu.
segunda-feira, 8 de julho de 2013
domingo, 7 de julho de 2013
Uma saudade guardada pra um domingo
Sempre bate aquela saudade, aquela saudade que faz parar, suspirar e relembrar momentos inesquecíveis, aventuras que jamais se repetirão com quem quer se seja... Dá aquela vontade de ligar, mandar uma mensagem ou até mesmo falar pelas redes sociais.
Então, aquela triste realidade vem sorrateiramente e te arrebata consumindo todo a virilidade te lembrando daquelas palavras duras, das atitudes de afastamento e das escolhas alheias.
Então, o que resta é escolher uma música, abrir um vinho e lembrar do tempo que éramos felizes e jurávamos que tudo seria pra sempre!
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